Quanto você sabe sobre como funciona o STF?
Quantas cadeiras tem o STF, quem indica e até que idade o ministro fica? Dez perguntas com o artigo da Constituição. Jogue e confira.
Quem cria a lei, quem executa, quem julga? Dez situações do dia a dia sobre medida provisória, veto e o que uma CPI pode e não pode. Jogue o quiz.
Cada resposta vem com a explicação e a fonte. No fim, você vê quantas acertou.
Quiz educativo e apartidário. Não cita ocupantes de cargos, partidos, governos nem decisões. As respostas seguem a Constituição Federal, conferida em 28/10/2026.
Todas as perguntas, com a resposta certa, a explicação e a fonte, estão no gabarito comentado.
Ver gabarito comentadoQuiz educativo e apartidário. Não cita ocupantes de cargos, partidos, governos nem decisões. As respostas seguem a Constituição Federal, conferida em 28/10/2026.
A separação dos Poderes é uma das primeiras coisas que se aprende sobre o Estado brasileiro e uma das que mais se confundem na prática. O art. 2º da Constituição diz que são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. A frase é curta, mas o resto da Constituição gasta dezenas de artigos explicando como esses Poderes se controlam.
Este quiz escolheu os mecanismos que mais aparecem no noticiário e que mais geram dúvida: o caminho de uma lei, a medida provisória, o veto e a sua derrubada, a CPI e o impeachment. Todas as respostas foram conferidas no texto da Constituição publicado no portal do Planalto, em 28/10/2026, e cada explicação indica o artigo exato. Assim, você não precisa confiar na nossa palavra: pode abrir a fonte e ler.
Algumas confusões são tão comuns que viraram perguntas. A palavra “ministro” é uma delas: os Ministros de Estado auxiliam o Presidente no Executivo, enquanto os ministros do STF são juízes do Judiciário. Outra é achar que medida provisória é lei definitiva, quando ela tem prazo de validade e depende do Congresso. Outra ainda é imaginar que CPI condena alguém; ela tem poderes de investigação, mas manda as conclusões ao Ministério Público. E há quem pense que o veto do Presidente é a palavra final, quando o Congresso pode derrubá-lo pela maioria absoluta dos deputados e dos senadores.
O quiz não fala de nenhum governo, partido ou pessoa, e não comenta nenhuma votação real. Essa escolha é proposital. As regras valem para qualquer pessoa que esteja no cargo, e entendê-las ajuda a acompanhar a política com menos ruído e mais informação. Se alguma regra mudar por emenda constitucional, o quiz será revisto e a data da conferência ficará registrada no aviso.
Depois de jogar, vale ler o nosso artigo sobre como uma lei nasce e quem pode barrá-la, que conta o processo inteiro de forma corrida, com exemplos. E, se quiser continuar no assunto, teste também os quizzes sobre o STF, a Constituição de 1988 e as eleições no Brasil.
Por Equipe Quizzando · Fatos conferidos em
de 0 a 3 acertos em 10
Você ainda está aprendendo a diferenciar os prédios de Brasília, e tudo bem: a separação dos Poderes parece simples no livro e complicada no noticiário. Comece pelo mapa básico. O Legislativo, que é a Câmara e o Senado juntos no Congresso Nacional, cria as leis. O Executivo, chefiado pelo Presidente com a ajuda dos Ministros de Estado, executa as leis e administra o país. O Judiciário julga os conflitos e diz se as leis respeitam a Constituição. Agora acrescente uma ideia: um Poder vigia o outro. O Presidente pode vetar um projeto, e o Congresso pode derrubar o veto. O Presidente pode editar uma medida provisória, mas ela morre se o Congresso não a transformar em lei. A Câmara autoriza um processo de impeachment, e o Senado julga. Esse jogo de freios é o que a Constituição chama de Poderes “independentes e harmônicos”. Um truque para não esquecer: ministro da Saúde é do Executivo, ministro do STF é do Judiciário. Mesma palavra, casas diferentes. Leia o artigo que acompanha este quiz e tente de novo. A segunda rodada costuma surpreender.
de 4 a 6 acertos em 10
Você entende quem faz o quê, mas os prazos e os números ainda pregam peças. É normal, porque é justamente nos detalhes que mora a graça do sistema. Vamos aos principais. A medida provisória tem força de lei desde o primeiro dia, mas dura sessenta dias, prorrogáveis por mais sessenta; se o Congresso não a converter em lei, ela perde a eficácia. Se ficar 45 dias sem votação, tranca a pauta da Casa onde está. O veto tem prazo de quinze dias úteis, e o silêncio do Presidente depois disso vale como sanção. Para derrubar um veto, é preciso a maioria absoluta dos deputados e dos senadores, em sessão conjunta. E a CPI, apesar dos poderes de investigação, não condena ninguém: manda as conclusões ao Ministério Público. Uma dica para fixar: ao ver uma notícia sobre veto ou medida provisória, pergunte qual é o próximo passo e quem decide. Com o tempo, você vai antecipar o capítulo seguinte antes do jornal.
de 7 a 8 acertos em 10
Você conhece bem o caminho de uma lei e sabe que o equilíbrio entre os Poderes é feito de freios mútuos. É a pessoa que, no grupo da família, responde com calma quando alguém pergunta por que uma regra “ainda não valeu” ou por que uma medida provisória “caiu”. O que costuma separar esta faixa da nota máxima são dois pontos. O primeiro é a fronteira entre crime comum e crime de responsabilidade do Presidente: nos dois casos a Câmara precisa autorizar por dois terços, mas no crime de responsabilidade quem julga é o Senado, e no crime comum, o STF. O segundo é a iniciativa popular, que exige assinaturas de pelo menos 1% do eleitorado nacional, distribuídas por pelo menos cinco estados. Para chegar ao 10, leia os artigos 59 a 69 da Constituição, que tratam do processo legislativo. São poucas páginas, e depois delas nenhuma notícia sobre tramitação vai parecer grego. Bônus: você vai entender por que o art. 2º fala em Poderes independentes e também harmônicos.
de 9 a 10 acertos em 10
Nove ou dez acertos: você enxerga a Constituição como um mecanismo, e não como um amontoado de artigos. Sabe que a lei nasce no Congresso e passa pela sanção do Presidente, que a medida provisória é um atalho com prazo de validade, que o veto pode ser derrubado pela maioria absoluta, que a CPI investiga e não julga, e que o impeachment depende da Câmara para começar e do Senado para julgar. Esse olhar é útil todos os dias, porque permite entender uma notícia sem tomar partido. Você não precisa concordar ou discordar de ninguém para saber qual é o próximo passo de um projeto ou de uma investigação. Um desafio para quem chegou aqui: procure no art. 62 da Constituição a lista de assuntos que não podem ser tratados por medida provisória. Ela é maior do que parece e responde a muita dúvida de jornal. Depois, desafie alguém da família a fazer este quiz e veja se a pessoa sabe a diferença entre ministro de Estado e ministro do STF. Se souber, ganhou um parceiro de conversa.
São 10 perguntas com uma resposta certa cada. Depois de responder, você vê na hora se acertou, a explicação e a fonte oficial. No fim, o Quizzando mostra quantas você acertou e o que isso diz sobre o assunto.
Cada explicação cita a fonte que usamos (lei, órgão oficial ou instituição), com link. Os fatos foram conferidos em 28/10/2026. Regras mudam: na dúvida sobre o seu caso, procure o órgão oficial.
Sim. No resultado, o botão “Enviar no WhatsApp” manda o seu placar com um link de desafio: quem abrir vê quantas você acertou e, no fim, compara com o próprio resultado.
Não. É só abrir o quiz e responder. Nada é enviado aos nossos servidores.
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